Fiquei alguns dias ausente, mas já estou de volta à batalha. A batalha "xixi versus cocô"... Como já citei anteriormente, sábado foi uma maravilha ver meu filho fazendo cocô no quintal da maneira mais primitiva possível. Bom, domingo chegou e eu tinha outro desafio: uma viagem já programada, com itinerário Saquarema-Rio de Janeiro, em que passaríamos dois dias na casa de minha mãe.
Na hora da viagem, com tudo já preparado, comecei a introduzir a explicação de que a casa da vovó era um pouco longe, e que o xixi e o cocô ainda não eram obedientes o bastante para esperar até que chegássemos à casa dela, então teríamos que usar uma fralda... tudo certo! Explicação aceita. Segunda parte: a chegada na casa da vovó... Após os cumprimentos iniciais, introduzimos o assunto da seguinte forma: "Vovó, você sabia que o Pedro não usa mais fralda? Pois é, então agora nós vamos tirar a fralda que usamos na viagem e ele vai mostrar como faz xixi sem fralda..." Nada feito! Acho que o xixi havia se antecipado.
Esperamos um pouco e mais tarde, nova tentativa. Nada feito outra vez! Eis que, de repente, minha sobrinha entra correndo na sala e diz: " Tia, o Pedro fez xixi na varanda..." Saí preparada para encontrá-lo todo molhado e o chão da varanda na mesma situação. Tamanho foi o susto que levei quando não encontrei-o molhado, mas apenas o chão da varanda... não entendi até agora, mas tudo bem. Os pés sequinhos, as pernas e a cueca também. Minha sobrinha me disse que ele havia abaixado a cueca e puxado o lindo piruzinho (lindo mesmo!) pra fazer xixi, como o pai havia ensinado. Não deu tempo para alcançar o banheiro nem o quintal, mas tudo bem... progresso!
Após toda a euforia pela chegada do xixi (aplausos, gritos, elogios, etc.), percebi que estamos evoluindo consideravelmente! A esperança voltou a fazer parte dos meus dias de mãe desesperada para separar o filho das fraldas. O cocô não foi tão festejado como o xixi, pois não conseguimos desta vez fazer com que ele fosse parar no lugar correto, porém com uma carga extra de paciência (motivada pela esperança), conseguimos ultrapassar esse momento sem fadigas. A luta continua...